17 de nov de 2011

SAPATOS - Shoestyle

“Oh sapatos! Sapatos são meu pesadelo e eu os amo. Eu tenho muitos, muitos pares. Guardo em uma biblioteca enorme, todos juntos! Louboutin, Prada, Yves Saint Laurent, Gucci... Na minha biblioteca, no lugar de livros tenho sapatos!”

Nos primórdios da história os sapatos serviam como proteção para os pés, com o passar do tempo (assim como as roupas), transcenderam sua função primordial e atualmente são considerados como artigo de moda e um dos principais adornos na opinião feminina.

Segundo a história, Maria Antonieta, em meados de 1780, possuía um criado exclusivo para cuidar de seus 500 pares de sapatos exclusivos: catalogados por modelo, data e cor.

Um dos itens de maior desejo e de inexplicável cobiça, podemos afirmar com total veemência, que sapatos nunca são suficientes. 100, a cada 100 mulheres, precisam neste momento de um novo par.

No artigo “Sapato, muito mais que um item do vestuário, uma extensão da psicologia da mulher”, Sheila Cristina Silva de Aragão Caetano, analisa a relação dos sapatos e da mulher com base na teoria freudiana “Primado de Afetividade” concluindo que a própria história do calçado é um fator causador de retenção psicológica pelo item.

Sexo em caixa. Era isso. De dar arrepios na espinha, de parar o coração, prazer mundano dentro de uma caixa...

A dívida ia ter que pegar seu lugar na fila como muitas outras. Nesse meio tempo, Lorna teria esses Delman plataforma, alça no tornozelo e dedinhos pra fora para reconfortá-la. Ela podia andar no fogo do inferno se precisasse, desde que estivesse usando sapatos maravilhosos. (HARBISON, Beth. Sapatólatras Anônimas, 2008, Cap. 1.)

Alexander McQueen

Miu Miu

Lanvin

Balenciaga


Fernando Pires

Yves Saint Laurent

Louboutin

United Nude

Charlotte Olympia Ninivah

Jimmy Choo

Valentino

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